O tempo passa rápido,tão rápido quanto um furacão.
Mais rápido que um avião.Não escolhe onde, quando e porque.
Não pergunta se pode passar voando.Simplesmente passa.
Tic tac tic tac, mais um dia se foi, mais um dia virá,
e logo se acabará.
O tempo não escolhe nada nem ninguém, vai passando e as pessoas vão chegando enquanto outras vão sumindo.
o tempo afasta e aproxima, é soberano e cruel,tolo e sábio.
O tempo leva folhas,leva lembranças,leva sonhos e pensamentos embora.
O tempo já foi, o tempo ainda vêm.
Ontem eu tinha um tempo que se foi, meu tempo de hoje acaba amanhã, e não posso esperar o tic tac parar,enquanto uns nascem outros morrem, e o tempo não perdoa ninguém.Pode ter passado, pode ser agora, o tempo vai e vem, enquanto o tempo muda a gente muda também, e quando percebemos não lembramos de ninguém.
O tempo leva eu e leva você, leva ouro e leva lixo, carrega sementes e deixa velhas raízes esquecidas num lugar abandonado pelo tempo.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Sem assunto
Os grandes jornais como Folha de São Paulo, O Globo, Estado, Zero Hora entre tantos, seguem os mesmos padrões tanto de informações quanto na maneira de expressão das matérias.
Atualmente na grandes cidades,existem diversas opções de jornais gratuitos, os tablóides Destak e Metro são fontes de informação para milhões de pessoas em São Paulo, e apresentam matérias recortadas e capas que remetem a home dos principais portais do país, a informação se limita a poucas linhas para a publicidade atacar e pagar o produto jornalistico.
O leitor compra o jornal para adquirir informação e o que vê são páginas inteiras de anúncios publicitários, esta padronização imposta pelos grandes jornais limita o leitor no discernimento dos fatos ali expostos.Quando temos poucas opiniões ficamos com poucas opções, e isso pode influenciar até mesmo na hora de escolher um candidato em eleição, pois os grandes jornais geralmente separam o país em dois partidos politicos, os pequenos não tem chance, o povo lê o ano inteiro sobre corrupção em Brasília e no ano de eleições tem A ou B, a falta de jornais voltados a comunidades, ou em pequenas cidades padroniza o pensamento e a interpretação dos fatos da grande massa que efetivamente compra o jornal.
Se fizermos um comparativo com a publicidade nos grandes jornais e nos pequenos, as marcas ali anunciadas são em geral as mesmas, isto geraria um ciclo, onde por falta de opção o leitor concorda e acredita naquilo que esta no jornal, assiste a mesma opinião nos telejornais e nos portais da internet, lê, ouve,e assiste simultaneamente em todos os veículos de comunicação os mesmos comerciais e tem uma percepção de marcas e opiniões industrializada, produzida em larga escala para a grande massa.
Embora os tantos meios multimidiáticos estejam aí a disposição de todos, estão padronizados.
Se existissem mais opções de jornais com boa distribuição e com redações menores, talvez a disseminação da informação poderia ser mais diferenciada, poderiamos ler diversas teorias e opiniões para os acontecimentos do mundo, o que abriria nosso campo de visão seja em qualquer fator, social, cultural, economico, politico,esportivo, não ficariamos limitados a pequenas notas e outdoors.
Atualmente na grandes cidades,existem diversas opções de jornais gratuitos, os tablóides Destak e Metro são fontes de informação para milhões de pessoas em São Paulo, e apresentam matérias recortadas e capas que remetem a home dos principais portais do país, a informação se limita a poucas linhas para a publicidade atacar e pagar o produto jornalistico.
O leitor compra o jornal para adquirir informação e o que vê são páginas inteiras de anúncios publicitários, esta padronização imposta pelos grandes jornais limita o leitor no discernimento dos fatos ali expostos.Quando temos poucas opiniões ficamos com poucas opções, e isso pode influenciar até mesmo na hora de escolher um candidato em eleição, pois os grandes jornais geralmente separam o país em dois partidos politicos, os pequenos não tem chance, o povo lê o ano inteiro sobre corrupção em Brasília e no ano de eleições tem A ou B, a falta de jornais voltados a comunidades, ou em pequenas cidades padroniza o pensamento e a interpretação dos fatos da grande massa que efetivamente compra o jornal.
Se fizermos um comparativo com a publicidade nos grandes jornais e nos pequenos, as marcas ali anunciadas são em geral as mesmas, isto geraria um ciclo, onde por falta de opção o leitor concorda e acredita naquilo que esta no jornal, assiste a mesma opinião nos telejornais e nos portais da internet, lê, ouve,e assiste simultaneamente em todos os veículos de comunicação os mesmos comerciais e tem uma percepção de marcas e opiniões industrializada, produzida em larga escala para a grande massa.
Embora os tantos meios multimidiáticos estejam aí a disposição de todos, estão padronizados.
Se existissem mais opções de jornais com boa distribuição e com redações menores, talvez a disseminação da informação poderia ser mais diferenciada, poderiamos ler diversas teorias e opiniões para os acontecimentos do mundo, o que abriria nosso campo de visão seja em qualquer fator, social, cultural, economico, politico,esportivo, não ficariamos limitados a pequenas notas e outdoors.
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